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sexta-feira, 2 de março de 2012

As Confissões de Nanda - 3º episódio - Paixonites

As confissões de Nanda
3º episódio: Paixonites


Tenho muitas paixonites:
·         Paixonite do ônibus: é um garoto que sempre que vou para o colégio, ele está dentro do ônibus.
·         Paixonite do corredor: é um garoto que fica num local que eu chamo de corredor, é um local onde as pessoas correm.
·         Paixonite da escola: esse faz muito tempo. Desde quando nós eramos crianças, eu sinto uma paixonite por ele.
·         Paixonite da Kyde: é uma paixonite muito forte que tenho por um menino de um Bairro chamado Kyde.
      Agora vocês estão se perguntando, o que é esse danado de “paixonite”? é simples. Paixonite é tipo uma pessoa que você gosta, uma pequena paixão, dair vem o nome paixonite, coisa pequena. E agora vocês estão sem entender nada porque não sabem o que eu tenho a falar dessas pessoas.
     Tenho muita coisa à reclamar. Primeiramente, apenas um mim conhece, mas não fala comigo, e se torna uma coisa muito estranha. Os outros três nem sabem que eu existo, e é isso que eu não entendo.
    Então aí vem a uma regra muito importante, que é a de número 005:

- nunca tenha uma paixonite, ela pode ferir seus sentimentos.

    E isso é verdade. Eu sei de alguns boatos que uma menina que estudava no mesmo colégio que eu, ela tinha uma paixonite, e quando ela descobriu que sua paixonite tinha uma namorada, ela simplesmente se matou. Eu não entendi qual foi o motivo, então é melhor eu ficar sem entender porque se não alguém vai ter que desenhar.
   Mas voltando o assunto, eu não sei por que gosto desses meninos, já que todos mim ignoram. Eles pensam que podem mim usar quando querem e depois descartar, não é bem assim que a banda toca.
    Eu já cansada de tudo isso, decidi mim vingar desses garotos, não aguentava mais ser explorada, então bolei um plano, sabe qual foi? Juntar todas as minhas amigas falsas que eu tenho para atacar eles. Não entendeu, esses garotos não gostam de meninas que fiquem se oferecendo, e minhas amigas parecem um bando de prostitutas. Eu já sabia disso desde do começo.
    No final deu tudo certo, aqueles meninos mim queriam, mas eu já não queria mais eles.
    E com isso vem uma nova regra, a de número 006:

- tratem suas paixonites como elas tratam vocês.

    Com isso você será imbatível e ninguém poderá lhe destruir. Essa regra não serve só para as meninas, também serve para os meninos.
   Depois de muito tempo, eu aprendi a conviver sem as paixonites, fiquei liberta de tudo, não tenho mais vergonha de nada, e ainda posso botar os garotos que mim rebaixaram para serem humilhados, mas não faço isso, não sou malvada, sou esperta, não gosto de ficar rebaixar os outros, isso é coisa de gente sem classe.

As confissões de Nanda – Season One
Escrito por: Genderson Souza.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

As Confissões de Nanda - 2º episódio - Meu Mundo

As confissões de Nanda
2º episódio: o corte de cabelo


Todo mundo pensa que é normal cortar o cabelo, certo? Errado. Na minha família, quando alguém corta o cabelo, só falta matar, literalmente.
   Num dia desses, eu queria fazer uma franja no meu cabelo, aquelas que estão super na moda, eu queria fazer uma do mesmo jeito, mas antes de lhes contar isso, vou contar tudo do início.
   Tudo começa quando eu era muito pequena, tinha na faixa de 8 ou 9 anos, eu estava assistindo um programa que estava passando na TV falando sobre franjas, como fazer uma franja, como cortar, o jeito de cortar, tudo que interessa no mundo das franjas, então eu fiquei louco por uma. Nesse mesmo dia eu tinha passado escovinha no meu cabelo, ele estava muito liso. Fui pedir para minha mãe para eu fazer uma franja, aí ela fala:
- você está louca menina?
   Eu fiquei logo assustada, mas fui explicar:
- mãe, é porque eu vir na TV e queria ter uma igual, mas não sou eu que vou cortar.
   Minha mãe se acalmou, mas mim disse que quem iria fazer minha franja era a minha tia Dulce. Eu falei que tudo bem, valendo que eu tivesse a franja, eu não mim importava.
   Fui até o salão da minha tia, cheguei lá e pedir para uma franja em mim, ela disse que faria com muito prazer. Depois de tudo, ela acabou e eu vir que a franja tinha ficado no tamanho adequando, mas eu tinha mim esquecido que estava de escovinha. O pior acontece quando eu chego em casa e vou tomar banho. Fui para o banheiro, tomei banho e quando sair, quando fui pegando na franja, cadê a franja? Sumiu? Saiu do lugar? O cabelo da franja caiu? Não, o que aconteceu realmente foi que eu estava de escovinha e simplesmente ela se desfez e minha franja que era para fazer eu feliz, mim deixou muito traumatizada. 
   Agora voltando para o assunto da franja da moda, eu queria fazer uma no meu cabelo. Do mesmo jeito da anterior, eu pedir a minha mãe para cortar, aí dessa vez ela disse que não. Eu, muito bandida, ameacei ir para casa da minha amiga, para ela cortar. Minha mãe que não é nada burra, foi muito rápido e trancou o portão e a porta. Eu fiquei sem saída e fui para o meu quarto. Depois de alguns minutos eu saio de dentro do quarto com a franja que eu queria. Minha irmã dar um grito muito alto, minha mãe ouve de longe e dar uma tampa muito grande nela. Eu rir muito nessa hora. Depois minha mãe foi perguntar a ele o que foi que aconteceu, aí ela disse que eu tinha feito uma franja. Minha mãe, com uma cara muito safada olha para mim e diz:
- deixe a menina cortar o cabelo, ela sabe o que faz e até que não ficou feio.
   Am? O que? Não entendi. Dessa vez minha mãe apoiou. Coisa estranha não é gente. Nunca pensai que ela ia falar isso. Fiquei pasma quando ouvir ela falando isso, parecia coisa de outro mundo, foi uma coisa imoral.
   Fiquei feliz pela opção de minha mãe, e também fiquei na moda. Ninguém mais poderia rir da minha cara porque eu não tinha franja.
   Depois disso tudo, eu descobrir a regra, que é a de número 003:

- nunca duvide de sua mãe, porque ela pode ser muito contraditória.

   E também fiz uma, que é a de número 004:

- quer cortar o cabelo, corte no seu quarto com a porta fechada.

As confissões de Nanda – Season One
Escrito por: Genderson Souza.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

As Confissões de Nanda - 1º episódio - Meu Mundo

As confissões de Nanda
1º episódio: meu mundo


 Oi gente, meu nome é Fernanda, mas todo mundo mim chama de “Nanda”. Tenho 15 anos e sou uma garota muito diferente do que as pessoas pensam. Não gosto que ninguém mande em mim, pois gosto de ser livre, mas sou responsável na hora certa.
   Todos os dias acontecem loucuras na minha vida, eu acho até engraçado, pois já mim acostumei com tudo isso, mas quem não aguenta um pouco de tudo, não sabe o que é ser eu!
   Eu gosto muito de inventar regras, para tudo, quando é para ir estudar, tem uma regra, quando for sair com as amigas, com certeza tem uma regra, e as mais importantes são as regras que sevem para sair de ciladas como brigas, bagunça ou até quando marcamos um encontro e não podemos ir.
   Ultimamente ando meio sem o que fazer, minhas amigas viajaram e mim deixaram aqui, nesse fim de mundo. Eu não sei o que elas pensaram quando saíram da cidade e me deixaram aqui, eu acho que deve ter acabado todos os lugares ou elas esqueceram de mim. Se elas fossem minhas amigas mesmo, deveriam ter vindo mim pegar! Ou será que elas lembram que eu tenho elegia a água salgada e não vieram aqui para eu não ficar querendo ir com elas. São muitas respostas, mas vou ficar com a da elegia.
   Umas das regras que eu gosto muito de usar é a regra 001:

- Amigas são aquelas que não te faz ficar doente.

   Uso muito ela para ocasiões de festa que não sou chamada, invento que estou doente, digo aos outros que não pude ir porque minha amiga se preocupou muito comigo e mim disse que era melhor eu não ir, pois minha doença poderia ficar pior. Fico com muita raiva dessas amigas falsas, mas minha mãe vivi falando que é para perdoa os outros, então está aí a questão, se eu for perdoa elas sempre, nunca vou ser convidada para festas por elas delas.
   Também gosto muito de ficar endoidando com meus amigos verdadeiros. sabe quem são... meus ursinhos, eles nunca vão mim trair, estão comigo sempre quando preciso de apoio, na alegria e na triste, na saúde e na doença, e será assim até que eles virem uma coisa não mais utilizável, e assim serão jogados no lixo, mas na velocidade que eles ficam velhos, já sei que vai demorar muito tempo.
   Eu tenho uma regra muito maluca também, é a 002:

- saia de perto da sua mãe quando ela estiver estressada.

   Essa é a que mais uso, todo dia, toda hora, a todo o momento, e se eu continuar falando assim da minha mãe, vocês vão pensar que ela é maluca. O pior de tudo é que vocês têm razão, ela é maluca mesmo, doidona, pirada, parece àquelas crianças que quando veem doces, endoidam logo para comer tudo.
   Eu contei um pouco da minha vida hoje para vocês, dei algumas dicas, regras, coisas e tal. Utilize, pois elas são necessárias para todos os adolescentes.
   Não percam nenhum episódio, pois a cada um deles farei muitas maluquices, direi um pouco da minha vida, tudo que tiver a ver com esse gênero será contado em... 

As confissões de Nanda – Season One
Escrito por: Genderson Souza.