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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Web-Filme // Em boa hora - parte 5

voltamos a apresentar
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Após o casamento as coisas melhoraram para Angelique. Seu marido a amava de paixão. Ele sempre estava em casa para ficarem juntos. Ela agora tinha quem chamar para ir jantar aos domingos. Seus vizinhos a adoravam. Angelique estava feliz isso tudo estava acontecendo de verdade. Tudo era muito bom.
A família de Dirk adorava Angeline, agora rica podia ser sempre quem ela quis. Ela tinha dois animais lindos. Um gato e lindo cachorrinho. Ela ajudava seu marido no escritório de contabilidade. Os dois pareciam ter sido feitos um para o outro.
Ela era boa cozinheira e adorava fazer as coisas para seu lindo maridinho. Ela tinha a vida que sempre mereceu. E em janeiro de 1939, ela recebeu uma grande notícia. Ela estava grávida. Esta agora carregando um pequeno ser, alguém lindo que fora um presente de Deus. Os vizinhos sempre iam paparicar Angelique todos eles. E sempre diziam. Angelique seu filho será que nem um anjo, pois você é linda e seu marido também. Vocês parecem dois anjos que aterriçaram na terra para nos fazer feliz. Angelique fica sempre muito lisonjeada por tal comprimento. Em suas horas vagas Angelique gostava de ler. Até que ela sentiu que as coisas não estavam bem. Sangue estava por toda a casa. E quando percebeu, viu que era ela quem estava sangrando. As coisas estavam erradas e ela podia sentir


Ao ir ao médico, a constatação foi imediata. Ela havia perdido o bebê. Ele não resitira. Por vários dias Angelique ficou muda, apenas admirando as estrelas. E seu bom marido, também se afastou. Ele não era o mesmo. Sempre ficava muito tempo no trabalho e isso a deixava um tanto desconfortável.
Até o grande dia chegar.
Alemanha, 1 de setembro de 1939. Início da segunda guerra mundial.
As coisas estavam diferentes, pessoas começavam a desaparecer. Seus vizinhos estavam fugindo, havia uma rigidez, seu marido estava sempre preocupado e ela no entanto, a cada dia se sentia mais vazia.
Assim foram passando os meses, passando os dias, passando as horas e os segundos. Angelique não era a mesma. Estava magra, quase sem vida. Entao reapareceu a chama para alegrar sua vida. O natal.
Ela preparou tudo, preparou a mesa, a comida, a árvore, os presentes. Entretanto não tinha mais vizinhos para chamar. Não tinha mais familia para chamar. Todos estavam com muito medo de sair a porta. Até que Angelique recebeu uma triste notícia. Seu marido havia falecido. Como? Foi atravessar uma estação de ferro e trem passou. Ele não sobreviveu.
Tudo aconteceu no dia 24 de dezembro. Angelique estava sozinha nomente. E agora sim, totalmente sozinha, totalmente abandonada. Ela tinha outra escolha, ela não sabia o que fazer. Resolveu sair para fora e olhar as estrelas. Resolveu ver o céu durante toda a noite mais fria do ano na Alemanha.
Ela acabou se juntado aos seus amigos. Ela acabou falecendo. Todos eles a vieram buscar. E como tudo acontece em boa hora, no dia 25 de dezembro, uma bomba caiu no bairro onde Angelique morava. E ninguém sobreviveu.
Fim
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Web-Filme // Em boa hora – Parte 4

voltamos a apresentar
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Alemanha 1936
Após a morte de seu pai, Angelique já achava que a vida não podia ser mais cruel com ela. Era muito estranho saber que todos que ela amava, faleciam em tão pouco tempo. Ela sempre tentava entender porque isso acontecia com ela. Não era possivél tudo aquilo acontecer sempre em tão pouco tempo. O que ela fez para merecer tudo aquilo. Até que a vida lhe deu Dirk para consolá-la. Dizer que as coisas poderiam ser melhor com ele.Entretanto em 14 de junho de 1936, infelizmente Angelique viu algo terrivél. Dirk beijando outra mulher. Sua criada na casa de seu pai. Isso a fez desistir da vida e se jogar de um penhasco.
 
Quando ela estava para se jogar, ela olhou as estrelas e ficou admirada. Parecia as coisas hava saído do seu pensamento. Parecia que tudo estava certo. Entretanto, as coisas não estavam. E num súbito impulso em se jogar, ela sentiu alguém a segurando. Era uma bela mulher com olhos lindos, jovem. A mulher disse a Angelique:
Gertrudes: Angelique, olhe para mim, sou eu, sua mãe.
Angelique: Não pode ser. Eu não acredito.
Gertrudes: Mas sou eu mesmo minha filha. E eu vi te dizer que as coisas agora podem parecer difíceis mas tudo tem um proposito. A vida ainda lhe será muito dura. Te tirará muito, mas tudo acontece em boa hora. Não digo que aprovo o que acontece com você meu bem. Mas não podemos mudar o destino. Mas não faça isso. A vida dos suícidas não são dignas. Aceite sua vida como ela é.
Angelique: Mas eu não tenho ninguém. Você me deixou, todos os que me amavam me deixaram. Porque isso acontece comigo.
Gertrudes: Porque as vezes as coisas são meio estranhas. Mas logo você estará conosco. E seu sofrimento acabará. Mas por favor não faça isso. E quanto a Dirk, dê uma chance a ele. Ele não fez nada de mal. E não se esqueça. A vida as vezes parece injusta, mas não é. Tudo tem seu propósito.
Angelique sai do penhasco e volta para casa pensando no que sua mãe havia lhe dito. Parece que as coisas realmente faziam sentido agora. Ela não sabia qual, mas fazia sentido. No fim, faria sentido. Ela se sentou no sofá e esperou Dirk chegar. Ele estava a procurando como louco. Não sabia ao certo aonde ela estava, mas a procurou. Os dois conversaram e tudo foi resolvido. A culpa era da empregada que o agarrou. Ela acreditou porque ele dizia a verdade.
Eles despediram a empregada e no ano seguinte se casaram. Sua mãe estava certa. A vida as vezes poderia ser difícil, mas tinha seu lado bom em outras vezes. Porque tudo acontecia em sua vida no momento certo. No momento em que deveria acontecer.
Estamos Apresentando - Em boa Hora
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Web-Filme // Em boa hora – Parte 3


voltamos a apresentar
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Alemanha 1934
Angelique ainda trabalhava na casa da família rica que Madre Bernandes havia separado para ela. E naquele ano, ela reencontra o grande amor de sua vida, Dirk. Dirk havia sido dispensado do serviço militar  depois de machucar a perna. Ele conseguia andar, mais correr e outras coisas mais, ele era completamente inútil. Ali ele se reencotra com Angelique, em um bairro de Aschersleben, e o amor renasce como uma fenix.
Alguns meses depois de se encontrarem e voltarem a se apaixonar, ele pergunta a Angelique.
Dirk: Angelique, o que você acha de nos casarmos?
Angelique: Como assim? Casamento? Acho que somos muito novos. E se arrependermos depois?
Dirk: De minha parte acho impossível, mas se você acha que é agora não é o momento.
Angelique: Não é isso. É que as vezes eu acho que nossa vida está marcada. Talvés, fosse melhor se nós apenas namorassemos antes de qualquer decisão deste modo. Você sabe que eu te amo e que isso me deixaria muito feliz, mas as vezes o melhor é esperar. E sempre tenho certeza do que eu digo.
Dirk: Se você acha…
Angelique: Eu acho não, tenho certeza. E eu nunca falho.
Dirk: Se você diz.

Depois desta conversa, o namoro se estendeu pelo restante do ano e o noivado acompanhou o ano seguinte. E pela primeira vez, algo havia acontecido na vida de Angelique. Angelique acaba tendo de sair da casa dos senhores ricos, devido a proposta de trabalho do dono da casa em outro país. Assim a família se muda para a Espanha e Angelique começa trabalhando na casa de Madame Fraüsesn. Ao vê-la Madame Fraüsesn solta a seguinte frase:
Madame Fraüsesn: Zeit vergehen, aber nie Zeit verbringen. (O tempo pode passar mas nunca se passará o tempo). Eu não acredito que depois de tanto tempo, você volta a vir aqui. Porque não ficou aonde estava?
Angelique: Madame Fraüsesn não sei do que fala. Eu acabo de chegar.
Madame Fraüsesn: Acaba de chegar? Eu te conheço Gertrudes.
Angelique ri e fica muito feliz pelo que ouviu.
Madame Fraüsesn: Porque rir sua insolente?
Angelique: Porque você me confundiu com minha mãe. Eu sou Angelique filha da Gertrudes.

Naquele momento Madame Fraüsesn desmaia pois havia descobrido que Gertrudes havia tido uma filha com Bresön. Ela não poderia continuar alí, pois, se isso acontecesse estava acabado a herança de sua filha Münique. Após se recompor Fraüsesn acaba por despedir Angelique. Mas era tarde demais. O senhor Bresön acaba a vendo e fica admirado. Em seu coração sabia que Angelique era sua filha. E nunca duvidou de tal. Os dias seguintes foi apenas para confirmação de que era mesmo sua filha. Angelique agora havia descobrido que era rica e que agora voltara o prazer de conviver em família. Entretanto depois de educar, ensinar e registrar agelique como sua legitma filha, Bresön. Teve um infarte e morreu na hora. E Angelique volta a ter uma morte em sua vida. E como todas as outras, ela não chora. Olha as estrelas.
Estamos Apresentando - Em boa Hora
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Web-Filme // Em boa hora – Parte 2

voltamos a apresentar
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Angelique agora morava em um orfanato junto com a Madre Bernades que era muito amiga de Empört. Bernades havia prometido a Empört que sempre cuidaria de Angelique e assim foi durante muito tempo. Neste período, Angelique conheceu Dirk, um garoto que morava próximo ao orfanato em que Angelique morava. Quando Angelique o conheceu ela tinha 11 e ele tinha 13.
Angelique: Não seria muito difícil não, seria? Você é grande e poderia me ajudar né?
Dirk: E porque diabos eu ia pegar essa maçã para você?
Angelique: Você é muito mau.
Dirk: Não, é você quem pede demais. E pede muito. E não para de pedir.
Angelique: Não é verdade.
Dirk: É sim, laranjas, bananas, peras e até outras coisas mais.
Angelique: Se você não quer pegar não tem problema, eu peço para o Hans.
Dirk: Tudo bem, mas depois eu vou querer algo em troca.
Angelique: Depende.
Dirk: Eu quero um beijo.
Angelique: Podemos pensar. Podemos sim. Primeiro pega, depois veremos.
Dirk: Está aqui. Agora cadê a outra parte do trato.
Angelique: Eu disse vamos pensar.

Depois de um tempo os dois começaram a namora. Ele com 17 e ela com 15. Era um lindo casal. Angelique loirinha e ele também loirinho, ela com olhos verdes, ele com olhos azuis. Os dois estavam sempre figiados pela sociedade. Ambos estavam sempre juntos. Até que Angelique fez 16 anos e não podia mais ficar no orfanato. E com isso, o casal foi separado. Ela foi para Aschersleben e ele foi servir ao exercito alemão.
Depois de algum tempo Angelique trabalhando na casa de uma família muito rica, ela recebe a notícia que Madre Bernandes queria a ver. Ela já estava muito idosa e muito doente. A família em que Angelique trabalha a acompanha pois também eram amigos de Madre Bernades.
Madre Bernades: Angelique, eu sempre tentei ser boa para você.
Angelique: Você não tentou madre, você foi. Depois da fran Empört você como minha segunda mãe.
Madre Bernandes: Eu fico feliz filha. E eu quero que você saiba que eu sempre te amei como uma filha e que você sempre será importante para mim.
Angelique: Eu acredito. Acredito sim. Obrigado por ser tudo o que você foi para mim Madre.
Madre Bernades: Agora estou bem. E poderei ir bem.
Madre Bernandes dorme. E nunca mais acorda. E Angelique fica sozinha no mundo outra vez. E quando ela achava que tudo estava perdido, ela olhava as estrelas que sempre estiveram lá para apoia-la em um momento difícil.
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Web-Filme // Em boa hora – Parte 1

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Uma produção exclusiva de
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Direção de Victor Ferreira
Texto: Victor Ferreira
Alemanha, 02 de janeiro de 1914
Tudo começa de um ínício que não é tão bom. De um sonho que mais parecia um pesadelo, de um tempo onde a dor e o sofrimento reinavam na terra. Épocas de campos de concetração, de armas, de exclusão, de humilhação, de morte. Era um tempo onde as pessoas não sabiam o que iam acontecer com eles. Onde uns eram descriminados por não serem iguais, por não pertencer à “raça suprema”. O pesadelo se estendia a cada hora. Milhões morreram em prol de uma guerra sem motivos. Mas antes de tudo acontecer, o lugar era feliz. Como todo lugar tinha seus problemas, tinha suas dificuldades, mas era feliz. Existia uma rua chamada Perfekte Herz. Lá as crianças bricavam nas ruas, o perigo não era grande, as coisas eram diferentes. O mundo era diferente. E então, aparece uma mulher chamada Empört Herzen. Assim com o nome, que significava Indignado Coração, Empört sempre levava em seu peito a amargura de ter sido abandonada. Seus pais a deixaram em um péssimo orfanto que maltratava as crianças e foi abusada por vários dos outros garotos que eram mais velhos que ela. E isso foi deixando Empört sempre amargurada com a vida. Até que ela conheceu Gertrudes.
Gertrudes: Senhora por favor me ajude. Eu não como há alguns dias e estou com muita fome. Por favor, me ajude.
Empört ao ver aquela mulher se encheu de pena e a levou para sua casa. Empört cuidou de Gertrudes até que ela começou a se recuperar. Gertrudes depois de recuperada, contou sua história a Empört. Uma história que não era tão bonita.
Gertrudes: Eu cresci na rua, em Munique, no bairro de Ramersdorf-Perlach, meus pais eram muito pobres e sempre tentaram dar de tudo para mim e para os meus outros 6 irmãos. Eu sempre trabalhei, sempre ajudei em casa, até que eu fui trabalhar na casa de uma senhora muito rica. Lá fiquei por quase 4 anos. Porém tudo mudou depois que o filho dela, o Bresön chegou. Ele era tão doce que me encantava. Ele era gentil, educado, cuidadoso, prestativo. Até que no fim, ele disse que me amava.
Empört: E você acreditou?
Gertrudes: Sim, porque não iria acreditar? E assim foi durante 2 anos. Ele me dizia que me amava que iriamos nos casar. Sua mãe no início, ficou um tanto desgostosa e não gostou da ideia. A senhora Vriturdin. Mas no fim, ela aceitou, me chamou em seu quarto e disse que eu era a melhor escolha que seu filho poderia fazer. E então ela me ensinou como ser uma dama. Minha mãe ficou com muito medo no início, mas depois, se acostumou. Mas meu pai nunca gostou da ideia. Até que em dia de fúria, ele disse que se eu me casasse com Bresön ele morreria. E que a culpa era minha.
Empört: Acho que é melhor descançar menina, amanhã você continua me contando.
Gertrudes: Não, por favor, frau Empört, eu preciso contar a você o que aconteceu. Preciso desabafar minha alma, caso eu morra. Por favor. Eu preciso.
Empört: Continue então menina. Continue e limpe sua alma.
Gertrudes: Então decidimos a data do casamento. Minha mãe e a mãe dele estavam muito felizes. Chegando a data eu contei para o meu pai e implorei para que ele me levasse até o altar. Ele depois de muito pensar, decidiu que sim. Então no dia do casamento, quando eu disse o sim, ele teve um infarto e morreu.
Empört: Menina que coisa triste.
Gertrudes: Sim, eu chorei muitos dias. Muitos dias achando que eu tinha matado meu pai, mas não, ele já tinha um problema, mas a emoção do casamento deixou ele um pouco mais euforico e ele morreu. Depois disso eu fui morar na casa do Bresön. Junto com toda a família dele. Eles eram legais, me tratavam muito bem, mas depois de um tempo eu percebi que Bresön já não se importava mais comigo, percebi que as coisas não eram tão assim entre nós. Percebi que ele não me amava mais. Então num dia em que tinha ido a casa da minha mãe, quando eu voltei encontrei ele com outra mulher. Para ser mais especifica, Brüni, a nova empregada da casa. Aquilo me destruiu por dentro como eu os odiei.
Empört: O que você fez menina?
Gertrudes: Eu sai corredo e fugi daquele lugar. No fim percebi que estava sem casa e sem nada. Até que um dia, uma mulher me encontrou desmaiada e me levou até o hospital onde eles descobriram que eu estava grávida daquele maldito. E agora? O que eu faço. Depois eu sai correndo do hospital até que você me encontrou fran Empört. Por favor não me desampare agora. Eu não sei mais o que fazer.
Empört: Calma menina, eu não ia fazer isso. Nunca. Agora eu vou cuidar de você. Até você ter seu bebê.
E foi assim durante alguns meses. Até que  chegou o dia do parto. Estavam junto com Gertrudes, duas parteiras conhecidas de Empört e a própria. As duas fizeram o possivél, mas não conseguiram salvar a vida das duas. Elas conseguiram salvar apenas a vida do bebê. E em seus últimos segundos de vida Gertrudes disse:
- Por favor Empört, cuide do meu bebê e não deixe ela viver o que eu vivi. E ao se virar para o bebê com as últimas forças ela fala bem alto:
- Eu te amo, Angelique.
Gertrudes morreu. Empört ficou arrasada. O bebê sentiu tal dor e quando começou a chorar Empört a levou até a janela e disse:
- Pequena Angelique, a vida não tem sido fácil para você criança, que acabou de perder sua Mutter mas não fique triste. Todas vez que ficar, olhe para as estrelas, meu bebê.
Sendo assim, Empört cuidou de Angelique até ela fazer 7 anos. Empört já era velha e acabou falecendo dois meses após Angelique fazer tal idade. E no dia em que Empört morreu, Angelique não chorou. Simplismente saiu para a rua e olhou para as estrelas a noite toda. E olhava, até que no fim adormeceu.
Dias depois, foi levada ao orfanato que cuidava das crianças, entretanto o orfanato era coordenado por uma amiga de Empört o que deixou as coisas um pouco mais suaves para Angelique.
Estamos Apresentando - Em boa Hora
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