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domingo, 11 de março de 2012

Girl x Boy - 12° Episódio (Season Finale)

INADEQUADO PARA MENORES DE 10 ANOS

Girl x Boy
Episódio: E não sobrou ninguém...

Em uma bela tarde de sexta-feira, o Campus estava totalmente vazio, pois todos estavam tendo aula, quando de repente, o som mais glorioso tocou: O sinal da Saída! Começou um grande tumulto, devido a todos estarem ansiosos para se divertirem e aproveitarem o final de semana. Clara, Jessie e Ana estavam andando pelo corredor e encontraram Charlie e James.

Clara: Oi! Prontos para curtir o final de semana?
Charlie: Claro!
James: Ainda mais que nenhum professor passou lições!
Jessie: Só se for para você, porque o meu professor de literatura passou um livro enorme para eu ler até segunda!
Ana olha para Jessie.
Ana: Eu falei para você não escolher esta matéria! Aquele professor é bisonho! Parece que ele tem prazer em ver os seus alunos sofrerem!
Charlie: E ele não tem?
Todos riem.
James: Então, vamos à sala de jogos?
Clara: Pode ser!
Todos vão à sala de jogos. Chegando lá, Charlie e James vão direto às maquinas de jogos. Já Clara, Jessie e Ana, preferem sentar-se no sofá para botarem o papo em dia.
Clara: Vocês virão quem cortou o cabelo?
Foi quando Grover passou por elas.
Grover: Eu cortei o cabelo!
Clara olha com uma cara de brava para Grover.
Clara: Cai fora daqui antes que eu chute em partes que você não irá gostar!
Grover: Está bem!
Grover sai de cena.
Ana: Então... Quem cortou o cabelo?
Clara olha para Ana.
Clara: Meio que eu esqueci!
As três riem. Enquanto isso, Charlie e James estavam jogando.
Charlie: E aí?
James: E aí, o quê?
Charlie: Como vai entre você e a Ana?
James olha assustado para Charlie.
James: Eu e a Ana? Entre mim e ela não anda rolando nada!
Charlie: Sei...
James: É sério, cara! Eu não gosto da Ana! Eu sou amarradão em outra pessoa...
Charlie: Quem?
James: Não posso te falar!
Charlie: Fala! Sou seu amigo! Você pode contar qualquer coisa!
James: Está bem! Eu gosto da...
Foi quando, pelo alto falante, Charlie e Clara foram chamados para a sala do Reitor McCone.
Reitor McCone: Senhores alunos, Clara e Charlie! Favor comparecer a sala do Reitor!
Clara: Ah, era bom demais para ser verdade!
Jessie: Por que o Reitor chama vocês para irem à sala dele todo santo dia?
Clara: Sei lá! Ele gosta da gente!
Jessie: Sei...
Clara: Nossa, virou modinha falar “Sei...”?!
Clara e Charlie saem da sala de jogos, indo em direção à sala do Reitor McCone, ou melhor, à base secreta para falar com o General McCone. Chegando lá, encontraram o General McCone sentado à sua mesa, e este estava no meio de uma ligação. Quando ele desligou o telefone...
General McCone: Olá! Por favor, sentem-se!
Ambos sentaram-se.
General McCone: Os chamei aqui porque tenho uma nova missão para vocês!
Clara: Ah, jura?
Charlie: Clara!
Clara: Mas é a verdade! Por que ele nunca nos chama e diz que ganhamos na loteria?
General McCone: Entendendo o que você está dizendo, mas esta missão é de grau extremo!
Charlie: E... Qual é?
General McCone: Recebemos uma ligação de uma pessoa que está em uma ilha chamada “Ilha do Soldado”, a qual localiza-se próximo daqui!
Clara: Mas, há alguma evidência?
General McCone: Não há muitas! A única coisa que sabemos é que a ilha foi recentemente comprada por um casal misterioso, que ainda não temos informação alguma!
Clara: Quantas pessoas havia nessa ilha? Quantas foram mortas?
General McCone: Pelo que sabemos, na ilha havia 10 pessoas e, dentre estas, foram mortas 5!
Charlie: Então são 5 suspeitos!
General McCone: Isso mesmo! Agora, para que vocês possam  investigar o caso, vocês serão levados até lá por meio de um dos nossos submarinos mais potentes!
Clara: Hm... Mas, e os dispositivos?!
General McCone: Ah! Que bom que você me lembrou! Vocês terão de usar os dispositivos que já estão em suas respectivas mochilas!
General McCone dá a eles suas mochilas.
Charlie: E o tal Submarino?
General McCone aperta um botão, o qual abre uma passagem no chão, a qual dava vista a um Submarino de 1ª categoria.
General McCone: Serve esse?
Charlie: Minha Nossa!  Que maneiro!
Clara: Isso é melhor que o meu dormitório!
General McCone: Agora, podem ir! E... Boa sorte!
Ambos dessem e entram no Submarino, seguindo neste até a “Ilha do Soldado”, onde teriam de desvendar um curioso mistério.
Charlie: Nossa! Nunca imaginei que seria tão demorado!
Clara: Pois é! Eu já fui vomitar naquele banheiro umas 5 vezes! Quanto tempo falta para chegarmos?
Charlie: Não sei, mas vou ver se aqui tem um tipo de GPS para sabermos onde estamos!
Charlie começa a procurar pelo painel de controles.
Charlie: Achei! Faltam apenas 5 km! Então, é melhor nos prepararmos para agirmos rápido!
Clara: Está bem...
Ambos colocam suas mochilas nas costas e aproximam-se da saída. Quando chegam, o submarino sobe para a superfície e eles saem deste.
Clara: Ah, que alivio!
Charlie: É melhor irmos logo, e encontrar o tal dono da ilha e ver o que está acontecendo por aqui!
Charlie e Clara andam pela ilha em busca de alguém que pudesse dar a informação de onde estavam os proprietários da ilha.
Clara: Olha, tem uma mulher ali na frente daquela casa!
Charlie: Está fazendo o que aí parada? Vamos!
Ambos saem correndo em direção a mulher que estava na frente da casa que devia ser do proprietário.
Charlie: Moça!
Christine: Olá!
Clara: Somos agentes e viemos ajudá-los!
Christine: Mas vocês não são jovens demais?
Charlie: Olha, esse não é o propósito para termos vindo até aqui!
Christine: Me desculpe!
Charlie: A senhora poderia dar alguma informação sobre o que anda ocorrendo?
Christine: Eu não sei muito bem! Mas estamos com medo!
Clara: Cadê o resto das pessoas que estavam na ilha?
Christine: Todos sumiram e, acredito eu, que estão mortos!
Charlie: Mas o General disse que ainda havia 5 pessoas vivas!
Christine: Havia! Mas, não mais! Agora só restou a mim! Mas, olha, eu juro que sou inocente!
Clara: Acreditamos na senhora, mas, conte-nos o que ocorreu!
Christine: Tudo começou quando eu e meu marido compramos esta Ilha e convidamos 8 pessoas para virem a um jantar! Estranhamos que pela casa havia um poema colado para tudo que era lado, mas...
Charlie: Que poema?
Christine: O poema do “E não sobrou nenhum”! Ai, durante a tarde, uma das pessoas que convidamos, foi se divertir um pouco pelo lago e, repentinamente, levou um tiro e ficamos absurdamente assustados! Ai, então, começaram a ocorrer atentados com cada pessoa que havia na casa...
Christine começa a chorar.
Charlie: Olha, senhora! No momento não podemos fazer nada mas, amanhã cedo iremos em busca de provas, então preciso que permaneça na casa!
Christine: Está bem! Obrigada!
Charlie e Clara se despedem de Christine e retornam ao submarino. No dia seguinte, acordam cedo e vão até a casa a procura de Christine. Quando chegam a esta, a encontram morta em seu quarto.
Clara: Ai Meu Deus! O que faremos?
Charlie: Todos os suspeitos morreram então, quem é o verdadeiro assassino?!

CONTINUE NA PRÓXIMA TEMPORADA...

sexta-feira, 9 de março de 2012

Girl x Boy - Final de Temporada

E aí pessoal, 

 Oi, sou o Guilherme, web-autor de Girl x Boy! Quero agradecer à todos que vêm acompanhando e, quem ainda não leu, não deixe de conferir!
 Acima de tudo, quero informar-lhes que a 1ª Temporada de Girl x Boy está próxima do fim, e esta irá encerrar com um sensacional episódio Depois de Amanhã (11/03) às 18h, o qual terá muito, mas muito mistério! Para vocês terem uma ideia, os personagens Clara e Charlie terão de desvendar o mistério de uma série de assassinatos ocorridos pelo país e, para piorar a situação, todos os suspeitos simplesmente morreram! Então, NÃO PERCAM!


quinta-feira, 8 de março de 2012

Girl x Boy - 11° Episódio

INADEQUADO PARA MENORES DE 10 ANOS!

         Girl x Boy
Episódio: Solucionando o caso

Charlie e Clara foram a Delegacia do Rio de Janeiro com o jato da Agência de Espionagem, pois tinham de falar com o Delegado de Polícia. Ocorreram alguns imprevistos, então, por esse motivo, chegaram apenas durante a manhã.
Charlie: Finalmente! Chegamos!
Clara olha ao Charlie.
Clara: Já era hora...
Ambos desceram do jato, o qual havia sido estacionado em um terreno baldio na frente da Delegacia. Em seguida, foram em direção a ela.
Clara: Qual é o plano?
Charlie: Apenas me siga!
Charlie foi em direção à recepção da Delegacia.
Charlie: Oi!
Carla: Olá, boa noite! Com o que posso ajudá-lo?
Charlie: É que eu precisava falar com o Delegado de Polícia!
Carla: Aguarde um momento! Enquanto isso, esperem na sala de espera!
Charlie: Está bem! Obrigado!
Carla: Imagina!
Charlie e Clara vão à sala de espera e aguardam a autorização para que pudessem falar com o Delegado.
Clara: Charlie! Mas, eu não entendi ainda como faremos isso!
Charlie: É o seguinte, já temos o número do chefe da quadrilha que anda assaltando os Bancos por todo Brasil, então, agora precisamos de uma autorização para que possamos localizá-lo pelo número do celular!
Clara: Entendi...
Ambos esperam por mais um instante, enfim, são chamados por Carla, a recepcionista.
Carla: O Delegado autorizou a entrada de vocês!
Charlie sorri.
Carla: Mas antes disso, preciso que passem por aquele detector de metais!
Charlie: Tudo bem!
Ambos passam pelo detector de metais, e nada acontece.
Carla: Pronto! Podem ir! É a 3ª porta à direita!
Charlie: Obrigado!
Clara: Valeu!
Clara e Charlie seguem pelo corredor em direção à sala do Delegado. Chegando a ela, batem na porta e a abrem.
Charlie: Olá, senhor!
Delegado: Podem entrar!
Ambos entram na sala, a qual havia o Delegado e dois policiais, sendo que um deles era o qual estava no Banco no dia em que foram presos.
Clara: Oi!
Delegado: Oi! Então, a Carla disse que vocês tinham algo de importante para me falar...
Charlie: Isso mesmo! É que eu encontrei uma prova do crime ocorrido na noite anterior no Banco do Rio!
Delegado: Hmm...
Charlie: Pelas filmagens da câmera de segurança, descobri o número do chefe da quadrilha que anda executando os assaltos, então, vim pedir uma autorização para poder localizá-lo por meio do número dele!
Delegado: Claro! Primeiro, me passem o número!
Charlie passa o número para o Delegado.
Delegado: Mas, antes de dar esse trabalhão todo, irei ligar para esse número pelo meu telefone.
Charlie: OK!
Clara vira-se para Charlie.
Clara: Estou gostando disso...
O Delegado disca o número e começa a chamar. Quando de repente, o celular de um dos guardas toca.
Delegado: O senhor pode atender o seu celular, por favor!
Policial: Mas, é que eu...
Delegado: Isso é uma ordem!
O Policial pega o celular, o qual continuava a tocar, e o atende, ouvindo o Delegado dizer: “Você está preso!”. Em seguida, o outro policial o algema e prende-o em uma barra de ferro.
Delegado: Agora, me explique o que aconteceu na noite do Assalto!
Policial: Está bem... É que, tudo estava indo bem, mas ai o Carlos, um dos meus ajudantes, me ligou falando que precisava de ajuda. Então, entrei no Banco e, quando cheguei próximo ao cofre, vi esses dois (disse apontando a Clara e Charlie) derrubando meus capachos e esperei a hora certa para entrar em cena.
Delegado: Continue...
Quando vi que haviam entrado no cofre, fui e fechei, trancando-os lá dentro. Então, levei meus capachos para a vã, ainda desacordados e, no dia seguinte, esperei a hora perfeita, que era a hora do Gerente do Banco conferir o cofre e falei que teríamos de conferir o cofre, pois havia sido feita uma denuncia de um crime. Ai ele tentou abrir a porta e não conseguia, pois algo estava impedindo. Quando ouvimos esse daí dizer que havia encontrado um modo de sair, apenas aguardei eles estourarem com a porta e, em seguida, os prendemos como tivessem entrado no cofre para roubar!
Delegado: Mas, por que fez isso? Por que queria incriminá-los?
Policial: Por vingança! Pois eu executaria um dos maiores assaltos da história, se não fosse por essas crianças!
Clara: Crianças? Você verá como sou criança!
Clara pega uma arma de choque e atira no policial, fazendo com que perdesse a consciência.
Depois do acontecido, o policial foi preso e Clara e Charlie retoraram ao “IABC – Colégio Interno”.
Clara: Ai, finalmente acabou!
Charlie: Aham! Eu já não estava aguentando ouvir tanto essa palavra!
Clara: “Banco”!
Clara ri.
Clara: Ai, como você é um tonto!
Charlie: Estou tão feliz que não irei me irritar com isso!
Clara: Agora eu estou afim de um belo banho e...
Clara foi interrompida pelo General McCone.
General McCone: Olá, novamente para os senhores! Fiquei sabendo que solucionaram o caso! Meus parabéns!
Charlie: Obrigado!
Clara: Obrigada!
General McCone: Para recompensá-los, darei um dia de folga!
Clara e Charlie se animam.
General McCone: Mas, devido a vocês terem perdido algumas aulas, terão de recompensá-las hoje!
Clara: Mas... Mas...
General McCone: Sem “mas”! Eu disse que disse que vocês teriam de repor as aulas! Não disse?!
Charlie: Tá... Mas, em que sala?!
General McCone: A sala 8!
Clara: Mas, a sala 8 é de matemática, com a Jennette!
General McCone: Isso mesmo! Então, boa sorte!
General McCone sai de cena.
Clara: Ninguém merece!!
Ambos vão andando em direção a sala 8, onde iriam repor as aulas perdidas. Contudo, estavam felizes, pois haviam solucionado um grande caso!



    

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Girl x Boy - 10° Episódio

INADEQUADO PARA MENORES DE 10 ANOS!

               Girl x Boy
Episódio: Investigando o Primeiro Grande Caso

Na frente da delegacia de policia do Rio de Janeiro, por volta das 7 horas da noite, Clara e Charlie, acompanhados pelo General McCone (o qual estava se passando por Reitor do “IABC – Colégio Interno”).
Clara: Ai! Finalmente livres!
Charlie olha com uma cara de desentendido para Clara.
Charlie: Mas só ficamos lá por 7 horas!
Clara: E nessas 7 horas não pude ler minha revista, comer uma comida descente e poder ir a um banheiro que não estivesse infestado de ratos!
 Charlie: Pelo menos...
O General McCone irritou-se.
General McCone: Já chega!
Ambos ficaram quietos.
General McCone: Tem noção do problemão que vocês me deram? Agora teremos de pagar todos os estragos e, além de tudo, os assaltantes fugiram com toda a grana!
Clara: Mas...
General McCone: Mais nada!
Ambos, ainda calados, entraram no carro e ficaram assim até chegarem ao Campus. A viagem levou cerca de 6 horas. Chegando lá, eles desceram do carro e foram indo em direção aos dormitórios.
General McCone: Aonde vocês pensam que vão?
Clara: Nós vamos aos nossos dormitórios...
Charlie: ...pois amanhã temos de acordar cedo!
General McCone: Deixem isso para depois! Acompanhem-me à base secreta!
Charlie: Está bem...
Foram à sala do Reitor, passaram pelo elevador, indo parar na base secreta.
Clara: O que o senhor quer que façamos?
General McCone: Como os assaltantes fugiram vocês terão de encontrá-los!
Clara: Mas... Como? Não deixaram nenhum vestígio!
Charlie: E só sabemos que foram aqueles assaltantes que estão entre os mais procurados!
General McCone: Carlos e Marcelo? Isso é impossível! Eles fugiram do país há anos!
Clara: E não existe a possibilidade de eles terem voltado, planejando este assalto?
General McCone: Sem chance! Eles provocaram o maior assaltante a Banco da História e teriam dinheiro suficiente para o resto de suas vidas!
Charlie: Ah! Eu li uma reportagem sobre isso! Eles levaram cerca de R$ 200 milhões!
General McCone: Isso mesmo! Então, não haveria sentido algum eles planejarem um novo assalto!
Clara: Então... Quando começaremos a investigação?
General McCone: Agora, ou senão, estarão fora!
Charlie: O quê? Você está falando fora do caso ou fora de tudo...?
General McCone: De tudo!
Clara e Charlie se entre olharam e começaram a agir, tentando lembrar-se dos acontecimentos no Banco.
Charlie: Olha, os assaltantes entraram no cofre, pegaram todo o dinheiro e, quando saíram, um deles ligaram para o “tal” chefe e, em seguida, jogamos as bombas com gás imobilizador, o que fez com que ficassem paralisados!
Clara: Ai você falou que teríamos de entrar no cofre para ver no contador o tanto de dinheiro que havia nele!
Charlie: E havia cerca de R$ 170 milhões!
Clara: Só sei de uma coisa: Isso não está ajudando em nada!
Ambos ficaram pensativos.
Charlie: Tem de ter acontecido algo para que...
Charlie animou-se.
Clara: O que foi?
Charlie: Minha Nossa! Por que não pensei nisso antes?!
Clara: O que foi?
Charlie: Olha, o cara ligou para o chefe deles para ajudá-los, pois era muita grana e, em seguida, disparamos as bombas imobilizadoras! Então, quem nos prendeu nos cofre foi o chefe da quadrilha!
Clara: Provavelmente foi isso, mas, por onde eles entraram e saíram do banco?
Charlie: É mesmo...
Clara: Eles... Eles podem ter feito um tipo de túnel... Ou sei lá!
Charlie: Mas, na delegacia, o policial falou que não arrombaram nada para entrar, o que é muito estranho!
Clara: É!
Charlie: Espere um pouco! Sabe o Gerente do Banco e os policiais que estavam com ele?
Clara: Sei!
Charlie: Então, como eu já havia dito a você, eles conferem o cofre toda manhã, o que não fizeram hoje!
Clara: Disso eu também sei!
Charlie: Ai eu usei o dispositivo e destruí a porta do cofre! E, atrás da porta, já estavam lá o Gerente e os policiais!
Clara: Isso é estranho... Não teria sentido algum eles ficarem lá plantados na frente da porta!
Charlie: Outro fato inexplicável!
Ambos ficaram pensativos.
Clara: Talvez algo estivesse impedindo a porta de abrir!
Charlie: Mas, o quê?
Clara: Não sei... Mas, não podemos ir até lá para investigar?
Charlie: Não! Fomos proibidos de pôr os pés lá dentro!
Clara: Arg! As coisas só estão complicando!
Ambos ficaram andando de um lado para o outro.
Charlie: Clara! O assaltante não ligou para o chefe dele?
Clara: Sim, por quê?
Charlie: Dá para descobrir o numero do cara! Ai descobriremos o numero do assaltante!
Clara: Mas, como descobriremos o número?
Charlie sai correndo até o computador.
Charlie: É só eu ver pela câmera de segurança do Banco!
Clara: Mas, como você irá conseguir ter acesso?
Charlie: Eu tenho um aplicativo que dá para acessar qualquer câmera de segurança que eu quiser!
Clara: Que demais!
Charlie: Vamos ver, vamos ver...
Charlie foi passando o vídeo gravado pela câmera de segurança.
Charlie: Achei! Foi nessa hora que ele teclou o número!
Clara pegou um papel e uma caneta.
Clara: E... Qual é?
Charlie: Espere um pouco... É 9884-4826! Anotou?
Clara: Sim!
Charlie: Então, precisamos voltar à delegacia!
Clara: Voltar até o Rio de Janeiro? De novo?
Charlie: Nós temos um jato...
Charlie aperta um botão, abrindo uma passagem, a qual dava acesso direto ao jato. Em seguida, eles vão correndo até a nave, indo para a Delegacia do Rio de Janeiro.

CONTINUE... 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Girl x Boy - 9º episódio

Episódio: Presos em apuros
Clara e Charlie estavam ainda presos no cofre do Banco e, além disso, desesperados, não sabendo como sair dali. Clara batia diversas vezes na porta, tentando conseguir ajuda.
Clara: Aaaah!
Charlie: O que foi Clara?
Clara: O que foi? Estamos presos aqui há 8 horas sem ter como sair e ainda você me pergunta “O que foi?”!
Clara continuava a bater na porta.
Charlie: Bater não vai adiantar! Essa porta é feita de ferro tungstênio!
Clara: E...?
Charlie: Ele é o ferro mais forte do Mundo, então, isso é impossível!
Clara: Então, é só eu achar o meu celular, ai eu ligo para...
Charlie: Não dá! Aqui não tem sinal
Clara fica pensativa.
Clara: Tive uma idéia!
Clara vai até sua mochila de acessórios e começa a procurar por algo. Pega a arma a laser e vai até a porta, atirando contra ela.
Charlie: Clara! Pare com isso!
Clara continua a atirar, mas nada acontece.
Charlie: Pare!
Clara para de atirar e, ainda nervosa, vai até Charlie.
Clara: Charlie, eu não agüento mais ficar aqui!
Charlie: Apenas acalme-se!
Clara: Me acalmar? Como posso me acalmar?
Charlie: Eu tenho um plano!
Clara: Qual?
Charlie: Eu estava vendo que o Banco abre às 9 horas e o gerente, acompanhado dos seguranças, vêm ao cofre para conferir como está, então, é só aguardarmos até amanhã e finalmente estaremos livres!
Clara: Tudo bem, mas o problema é agüentar ficar aqui até amanhã!
Charlie: Olha, podemos pensar em alguma coisa divertida para fazermos até dar a hora!
Charlie fica pensativo.
Clara: Está bem, mas, além de tudo, estamos sem água e sem comida! E estou morrendo de fome!
Charlie: Espere aí! Vou ver se tem algo no meu kit pessoal de emergência!
Clara: Kit Pessoal de emergência? Isso é sério?
Charlie: É! Eu sempre tenho de estar preparado para o que der e vier!
Clara: Tá! Veja ai o que tem!
Charlie pega sua mochila e começa a procurar seu kit pessoal de emergência.
Charlie: Achei!
Charlie tira uma sacola, a qual ele abriu e parecia ser maior do que aparentava. Em seguida, começa a tirar diversas coisas de dentro dela.
Charlie: Aqui tem uma pilha média, uma mini-coberta, uma pedra...
Clara: Por que uma pedra?
Charlie: Sei lá! Nem sei por que está aqui! Mas, continuando, uma barrinha de cereal e uma garrafa d’água!
Clara olha com cara de desentendida.
Clara: Mas, só uma barrinha de cereal?
Charlie: É! Como eu disse, é um kit pessoal de emergência, portanto, é apenas para uma pessoa!
Clara: Está bem, então! Mas, me dá logo essa barrinha de cereal, para eu matar quem está me matando!
Clara toma a barrinha de cereal da mão de Charlie.
Charlie: Mas, come só um peda...
Antes que Charlie pudesse terminar sua frase, Clara já tinha comido toda a barrinha de cereal.
Charlie: Clara! Você comeu tudo e não deixou nada para mim?!
Clara: Oras... Você nem pediu!
Charlie: Mas... Mas... Ah, esquece! Por causa disso, eu que vou tomar água primeiro!
Charlie pega a garrafa d’água e começa a tomar.
No dia seguinte, por volta das 9 horas, Charlie acordou e olha para seu relógio, ficando animado no mesmo instante, pois sairiam daquele lugar logo, logo.
Charlie: Clara! Acorda!
Clara acorda.
Clara: Ah, o que foi?!
Charlie: Já são 9 horas!
Clara, com a notícia, levanta-se rapidamente, ficando animada.
Clara: Ai meu Deus! Finalmente poderei sair daqui!
Charlie: Agora é só esperar... Pega aí suas coisas, para sairmos mais rápido!
Ambos pegam suas coisas e vão para próximo da porta, aguardando o momento tão esperado. Ficam naquela posição por algumas horas, até que Clara estressa-se.
Clara: Charlie! Você disse que viriam às 9 horas! E, pelo que vejo, eles não vieram!
Charlie: Eu sei que disse isso! Mas, é que no site estava escrito isso! Não tenho culpa!
Clara: Eu não agüento mais ficar aqui! Precisamos fazer algo para que consigamos sair!
Charlie fica pensativo.
Charlie: Tive uma idéia!
Charlie vai até sua mochila.
Clara: Qual é sua idéia?
Charlie: Lembra-se na sala de dispositivos quando eu perguntei daquele dispositivo que estava na mesa, e o Coronel falou que não estamos preparados para usá-lo?
Clara: Sei sim!
Charlie: Então, sem que percebessem, eu peguei por curiosidade!
Clara: E ele não é capaz de destruir qualquer coisa?
Charlie pega o dispositivo.
Charlie: Pois é!
Ambos vão até a porta e Charlie aperta um botão no dispositivo, estourando a porta no mesmo instante.
Charlie: Yeah! Conseguimos!
Clara: Charlie!
Charlie: Não acredito que finalmente conseguimos!
Clara: Charlie!
Charlie: O que foi?
Clara: Olhe para trás!
Charlie, assustado, olha para trás e vê o Gerente do Banco, junto aos policias, apontando armas a eles.
Policial: Mãos ao alto!
Clara: Mas...
Policial: Vocês estão presos!
Charlie: Ô, oh...
CONTINUE...